sexta-feira, fevereiro 08, 2013

Calvin e o efeito "sala de aula"


(Calvin): Para a tarefa de hoje, eu trouxe uma pequena maravilha da natureza para mostrar a vocês: um floco de neve.
(Calvin): Eu acho que todos nós podemos aprender uma lição deste pedaço de cristal único e requintado...
(Calvin): ... que se transforma em uma entediante e comum molécula de água, exatamente igual a qualquer outra, quando você a traz para uma sala de aula.
(Calvin): E agora, enquanto a analogia afunda, eu os deixo com os pingos e vou lá para fora.
(Professora): CALVIN!!!

quinta-feira, fevereiro 07, 2013

Dilbert e a explicação para a mediocridade


(Dilbert): Estudos mostram que leva 10 mil horas de prática para ser ótimo em algo.
(Dogbert): Eu penso que a força de vontade para praticar a mesma coisa por 10 mil horas é uma doença mental.
(Dilbert): Isso me fez sentir melhor a respeito de minha mediocridade.
(Dogbert): De nada.

A evolução de 200 nações em 200 anos


Esse é um video muito interessante sobre a melhoria na expectativa de vida e dos salários em 200 países do mundo durante os últimos 200 anos, exibindo de uma maneira interativa e intuitiva. O mais interessante é a otimista conclusão de que a humanidade toda ruma para o canto superior direito de riqueza e saúde. Será mesmo?

quarta-feira, fevereiro 06, 2013

Lilly Wood & The Prick - Concerto + Versos do Dia: Long Way Back



Eu não vou ao cinema apenas para assistir os filmes de meus diretores favoritos ou de atores que aprecio. Não, eu vou até para assistir a filmes que eu, antecipadamente, sei que provavelmente nem vou gostar.

Nessa minha nova fase de consumo das artes em que inverti as prioridades de cinema e música, nada mais natural que também passar a ir assistir concertos de bandas que desconheço, dando-me assim a possibilidade do prazer da surpresa.

Hoje fui assistir Lilly Wood & The Prick, ao vivo! Só por desencargo de consciência, algumas horas antes de ir ao local do show eu ouvi umas duas ou três músicas da banda... só para ter uma ideia do que me aguardava. Quase como que assistir ao trailer do filme, poucas horas antes de ir para a sessão.

E foi de fato uma surpresa. Agradável surpresa. Pude constatar o poder da música ao vivo. A banda possui energia no palco para defender suas composições. Gostei muito mais ouvindo-os ao vivo do que antes, confirmando o que o meu amigo Alexandre uma vez me falou: Música foi feita para ser ouvida ao vivo.

Um trechinho de "Long Way Back" para registrar os meus versos do dia:
"...And why is it that everybody thinks we're gone be alright
And we're playing all day all, day and all night

It's a long way back..."


Concertos menores permitem também uma interação maior com o público. Salas menores permitem uma vibração e uma alegria mais contagiantes do que multidões em estádios. É um intimismo repleto de entrega, por parte tanto do artista quanto do público. E a satisfação da banda ao ver as pessoas cantando uma música ou outra ou interagindo com palmas e assovios era bonito de se ver. Músicos fazendo música diante de um público que foi lá para apreciar, e não por hype.

A banda francesa que tem vocalista israelense e canta em inglês faz um pop/rock básico mas não grudento. É alegre e consegue entreter muito bem durante a uma hora e meia de um concerto. Não só de clássicos se faz a arte, há também espaço para entretenimento, leveza e simplicidade.

segunda-feira, fevereiro 04, 2013

Versos do Dia: Play Dead (Björk)


"darling stop confusing me
with your wishful thinking
hopeful enbraces
don't you understand?
i have to go through this
i belong to here where
no-one cares and no-one loves
no light no air to live in
a place called hate
the city of fear

i play dead
it stops the hurting
i play dead
and hurting stops
"