Espaço para postar opiniões e dicas sobre música, cinema, quadrinhos... enfim, cultura Pop!
domingo, dezembro 30, 2012
sábado, dezembro 29, 2012
Ah, eu ainda quero ter um Calvin para deseducar...
(Calvin): Como funcionam os caixas automáticos?
(Pai): Bem, digamos que você queira 25 reais. Você digita a quantidade...
(Pai): ... e atrás da máquina tem um cara com uma máquina de impressão que faz o dinheiro e o coloca ali naquela abertura.
(Calvin): Parecido com o cara que vive na nossa garagem e abre o portão?
(Pai): Exatamente!
sexta-feira, dezembro 28, 2012
Brad Pitt e Tom Cruise em seus mais recentes trabalhos
Essa semana assisti os dois últimos lançamentos de dois nomes que polarizaram as atenções (especialmente femininas) nos anos 90: Tom Cruise e Brad Pitt.
O último filme de Brad Pitt é um ótimo filme. Killing Them Softly, ou O Homem da Máfia, como foi chamado no Brasil. Um filme super politizado mas disfarçado como filme de máfia. Retrata como a crise econômica afetou os negócios da "baixa máfia" e dos pequenos delinquentes. Um assalto a uma mesa de jogos clandestina inicia um processo de insegurança que leva a perdas financeiras e Cogan, personagem de Pitt, é chamado para resolver a questão e restabelecer a ordem. Leia-se: identificar os culpados e liquidá-los. O filme do neo-zelandês Andrew Dominik, que já havia trabalhado com Pitt no elogiado O Assassinato de Jesse James..., se passa na época da eleição de Obama (2008) contra McCain e vários dos discursos da campanha presidencial são martelados durante a projeção, para culminar na lapidar frase de Cogan: "Os EUA não são um país, são um negócio. Então me dê a p&$! do meu dinheiro". Filmão, super recomendo.
Se Pitt é esse ator polivalente, que dificilmente se repete e que encara sempre novos desafios, Cruise prefere o jogo seguro de alternar papéis um pouco mais desafiadores com blockbusters de ação e, preferencialmente, em cine-séries como Missão Impossível.
Em Jack Reacher, Cruise interpreta o personagem título, um ex-agente do governo e super-investigador que consegue ser mais "fodão" que todos os personagens de ação que já o vi interpretar. Aqui é o auge. A trama do filme é bem construída e prende a atenção. Ex-atirador de elite do exército é preso após ser incriminado por matar 6 pessoas que passeavam pelas ruas. No interrogatório, ele faz apenas um pedido: contactem Jack Reacher. A trama então se desencadeia em uma investigação promovida por Reacher e a advogada do atirador para descobrirem suas motivações, o que vai revelar um pano de fundo mais complexo do que seria possível prever. Bom filme, boas cenas de ação, vilões interessantes, trama bem construída e narrativa muito bem conduzida.
Os dois galãs, cada um com seu estilo e escolhas de carreira, vão fazendo jus à fama conquistada. Os dois filmes valem a pena. Pitt e Cruise ainda tem lenha para queimar.
O último filme de Brad Pitt é um ótimo filme. Killing Them Softly, ou O Homem da Máfia, como foi chamado no Brasil. Um filme super politizado mas disfarçado como filme de máfia. Retrata como a crise econômica afetou os negócios da "baixa máfia" e dos pequenos delinquentes. Um assalto a uma mesa de jogos clandestina inicia um processo de insegurança que leva a perdas financeiras e Cogan, personagem de Pitt, é chamado para resolver a questão e restabelecer a ordem. Leia-se: identificar os culpados e liquidá-los. O filme do neo-zelandês Andrew Dominik, que já havia trabalhado com Pitt no elogiado O Assassinato de Jesse James..., se passa na época da eleição de Obama (2008) contra McCain e vários dos discursos da campanha presidencial são martelados durante a projeção, para culminar na lapidar frase de Cogan: "Os EUA não são um país, são um negócio. Então me dê a p&$! do meu dinheiro". Filmão, super recomendo.
Se Pitt é esse ator polivalente, que dificilmente se repete e que encara sempre novos desafios, Cruise prefere o jogo seguro de alternar papéis um pouco mais desafiadores com blockbusters de ação e, preferencialmente, em cine-séries como Missão Impossível.
Em Jack Reacher, Cruise interpreta o personagem título, um ex-agente do governo e super-investigador que consegue ser mais "fodão" que todos os personagens de ação que já o vi interpretar. Aqui é o auge. A trama do filme é bem construída e prende a atenção. Ex-atirador de elite do exército é preso após ser incriminado por matar 6 pessoas que passeavam pelas ruas. No interrogatório, ele faz apenas um pedido: contactem Jack Reacher. A trama então se desencadeia em uma investigação promovida por Reacher e a advogada do atirador para descobrirem suas motivações, o que vai revelar um pano de fundo mais complexo do que seria possível prever. Bom filme, boas cenas de ação, vilões interessantes, trama bem construída e narrativa muito bem conduzida.
Os dois galãs, cada um com seu estilo e escolhas de carreira, vão fazendo jus à fama conquistada. Os dois filmes valem a pena. Pitt e Cruise ainda tem lenha para queimar.
quarta-feira, dezembro 26, 2012
Versos do Dia: Cosmogony (Björk)
(...) Heaven, heaven's bodies
Whirl around me
Make me wonder
And they say back then our universe was a cold black egg
Until the god inside burst out
And from it's shattered shell
He made what became the world we know (...)"
domingo, dezembro 23, 2012
Versos do Dia: The End (The Doors)
"...This is the end
Beautiful friend
This is the end
My only friend, the end
It hurts to set you free
But you'll never follow me
The end of laughter and soft lies
The end of nights we tried to die
This is the end."
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