sexta-feira, julho 20, 2012

Música do Dia (na verdade, do último domingo!)


Domingo, 15 de julho. Lisboa. Palco de vários concertos em um festival local organizado por uma companhia de telefonia móvel. Palco de uma enorme emoção para um fã da banda Radiohead, saído do Brasil, saído de Campo Grande, saído de Costa Rica, saído de São Paulo. Que se encontra ouvindo Thom Yorke rasgando a fria noite lisboeta com sua voz rouca, num misto de suavidade e dor, cantando "Não é só porque você sente que significa que é real" ou qualquer coisa que o valha.

There There não ERA uma das minhas canções preferidas. Mas foi o ponto alto desta noite especial e só por isso já merece um lugar de destaque junto a tantas outras músicas que me marcaram e continuarão a ter lugar especial em minha vida. Paranoid Android foi cantada no show e continua a ser a melhor música, aquela que me fez apaixonar pela banda e também aquela que me apresentou-os.

Mas There There foi diferente. Contagiou, emocionou, empolgou! Foi mágica.

terça-feira, junho 26, 2012

A Sombra Que Não Precisa de Luz

Sou a sombra que não precisa de luz
e do conhecimento não preciso beber
pois sou como espelho ao mostrar
aquilo que não julgava saber

Versos do Dia: Nessa Confusão em Que Estamos



No need for words now
We sit in silence
You look me
In the eye directly
You met me
I think it's Wednesday
The evening
The mess we're in and
(...)
What were you wanting?
I just want to say
Don't ever change now baby
And thank you
I dont' think we will meet again
And you must leave now
Before the sunrise
Above skyscrapers
The sin and
This mess we're in and

The city sun sets over me

sexta-feira, junho 22, 2012

Dilbert e a trollagem de escritório...


(Dilbert): Oh, oh...
(Dilbert): Nunca é bom quando o telefone toca depois das 4 da tarde.
(Dilbert): Identificador de chamadas bloqueado. Alguém deve saber que eu iria ignorar a chamada se eu soubesse quem era.
(Dilbert): Se não fosse urgente, enviariam um e-mail.
(Dilbert): Isso deve ser algum tipo de problema horrível que vai me fazer trabalhar a noite toda.
(Dilbert): Parou. Ainda tem uma chance de que tudo vai ficar bem. A não ser que meu celular...
Bzzzz...
(Dilbert): Aaarg!!! Eu odeio minha vida!!!
(Alice): Você tem razão. Isso foi divertido.
(Wally): Agora eu enviar um SMS...

sexta-feira, junho 15, 2012

Vida saudável


(Sally): Você está gordinho! Se ocorrer uma crise, seus músculos nunca responderão!
(Snoopy): Ela está certa... isso significa que eu tenho uma escolha entre me exercitar e torcer para que uma crise nunca ocorra...
(Snoopy): ...
(Snoopy): Eu espero que uma crise nunca ocorra!
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É bem por ai... depois de (mais) uma reviravolta em minha volta, passei a fazer exercícios com mais frequência do que vinha fazendo. Em outras palavras, passei a correr e jogar tênis de vez em quando ao invés de nunca.

O engraçado é que iniciar algo é sempre motivante, desafiador, pleno de interesses e descobertas. E isso não vale apenas para iniciar uma nova prática esportiva, bien sûr! Mas, com o tempo, acordar de manhã, levantar e vestir-se em jejum, descer o elevador para dar 5 voltas no parque ao lado de casa vai ficando cada vez menos tentador. Não há mais surpresas, não há mais paixão... você até pensa que a longo prazo pode valer a pena, que pode dar bons resultados. Mas a empáfia, a preguiça e, talvez, até a vontade de fazer algo diferente tomam conta, instalam-se e, neste momento, já era! Ainda que esta seja uma forma saudável de viver a vida, passo a ficar parado, gordinho e esperando para que uma crise nunca ocorra!