Há umas três semanas eu, a Dri, o Fábio Viduani e a Laura fomos ao Usina ver uns shows de algumas bandas cover...
A gente queria ver a Legião Urbana Cover (O Fábio revelou que já foi a dois shows da Legião... que coisa!! Nessa hora deu vontade...) e o Pearl Jam Cover. Acabou que assistimos uma banda de reggae que não era cover de ninguém e era ruim pra caramba... depois tocou Creedence Clearwater cover e depois começou o Linkin Park cover. Como já eram quase 4 da manhã e ainda faltavam Legião, Pearl Jam, Creed e Limp Bizkit desistimos de esperar e resolvemos ir embora sem assistir as bandas que queriamos mesmo...
Do estacionamento deu pra ouvir o Pearl Jam tocando no outro palco... Tinha dois ambientes e não haviamos percebido!! É demais... hehehe
PS: Dá pra acreditar que existe uma banda cover do Creed? Eles já são cover do Pearl Jam, não é?? Qual o sentido disso? São os imitadores dos imitadores do Silvio Santos...
Espaço para postar opiniões e dicas sobre música, cinema, quadrinhos... enfim, cultura Pop!
quarta-feira, maio 18, 2005
Muito atrasado...
Estou muito atrasado com tudo. Não tenho visto filmes, não tenho trabalhado com meus projetos pessoais, não tenho lido revistas ou livros (só a SET), não tenho postado nada no blog... enfim, o único dos meus lazeres que ainda pratico diariamente é ouvir músicas... Isso porque a minha profissão permite, pois a causa dos atrasos (e cansaços) é justamente as longas jornadas de trabalho que estava encarando...
Aparentemente a saga acabou hoje... ainda bem!!
Aparentemente a saga acabou hoje... ainda bem!!
domingo, abril 24, 2005
Fui no show do Placebom!
Ufa! E não é que eu acabei conseguindo ir a um dos 8 shows que o Placebo veio fazer no Brasil?
Eu já tinha entregado os pontos, afinal vinha trabalhando feito louco na NDS para cumprir um prazo, até sábado e domingo eu tinha trabalhado.
Por conta dessa correria tive que descombinar com o Teddy (o show em Sampa vai ser na próxima quarta), encarar como uma possibilidade remota o convite do Alexandre para ir ver o show no Rio de Janeiro que será no próximo fim de semana e esquecer de vez a possibilidade de ir na terça feira ver o show em Campinas ficando no Robinson. Afinal, como pedir licença durante a semana se estava trabalhando até no fim de semana?
Enfim as coisas começaram a mudar quando o esforço foi recompensado com os resultados aparecendo e o serviço entrando no eixo. Quando eu consegui folgar no feriado de 21 de abril eu percebi que as coisas estavam melhores. Eu e a Dri fomos assistir O Clã das Adagas Voadoras (um espetáculo visual, super ótimo! hehe) e o show do Placebo ficava mesmo para uma próxima vinda deles ao Brasil (quando?). Até combinamos de ir ao aniversário surpresa do Robinson no sábado e tudo o mais.
Eis que o Elliando aparece na história e conta-nos da existência de uma excursão em uma van para o show do Placebo em Brasilia e que havia uma vaga sobrando. Foi a motivação que faltava, combinei com o Marco que iria viajar no fim de semana e já reservamos a ida da Dri na Van. Eu fui de ônibus ainda na sexta à noite. Tudo resolvido em questão de duas horas.
Depois de passar frio na viagem e de sentir-me estranhamente solto por não ter levado bagagem (tomei banho na sexta à noite antes de viajar e só voltei a tomar banho agora à pouco quando cheguei de volta da viagem!) eu cheguei em Brasilia, comemos no Shopping Terraço, comemoramos o 25o. aniversário do Elliando (sim, dia 23 ele fez anos!) e demos um passeio pela cidade com um amigo dele que mora lá.
Uau! Estávamos em Brasilia para ver o show do Placebo!! Inacreditável! E antes do Teddy e do Alexandre. Espero que o Teddy tenha recebido a mensagem que mandei pra ele durante o show! hehe.
O evento que assistimos era promovido pela Claro e se chamava "Claro q é Rock!". 5 bandas locais abriram para o Placebo e tocaram 5 músicas (próprias) cada. A melhor delas ganharia 15000 em instrumentos musicais. Essa foi a parte engraçada do show. O pessoal lá devia ser tudo parente/amigo dos integrantes de uma banda chamada "Valentina". Essa foi a última banda local a entrar no palco, mas o nome da banda era gritado (com mais ênfase que chamaram pelo Placebo posteriormente, diga-se de passagem) a cada música tocada pelos concorrentes.
A primeira banda, Super Quadra, era boa exceto pelo vocalista. A segunda era a minha candidata pois era original e irreverente, chamavam-se Sapatos Bicolores. A terceira, que acabou ganhando, imitava até que bem o som do Rage Against mas os dois vocalistas não conseguiam se fazer entender e não tinham emissão e dicção suficiente para "segurar a onda". A quarta era a mais original mas era um pé. E finalmente entrou no palco a tal "Valentina". E o público cantou todas junto com a banda... que para minha surpresa era um "clone" do Placebo. O vocalista todo afetado, corte de cabelo e trejeitos idênticos ao do Brian Molko (e tinha até uma certa semelhança física). Foi uma coisa. Eu até brinquei - correndo risco de ser apedrejado na platéia - gritando para eles tocarem outra música, quando eles já estavam lá pela terceira composição. É que infelizmente todas as músicas eram idênticas, só mudava a letra. E a vontade de ser "Placebo" acabou atrapalhando.
Mas o show do Placebo foi fantástico e valeu a pena todo o cansaço e a correria. Das que eu queria mesmo ouvir só não tocaram "Sleeping with Ghosts". O Molko fala pouco durante o show mas achei simpático e atencioso com o público. O baixista quer ser a estrela do show, faz de tudo, toca metade das músicas equilibrando o baixo elevando-o o máximo possível e eu até notei um baixista backup lá no fundo que é para apresentação continuar. Mas foi muito bom e eu descobri que eu gosto mais de Placebo do que eu imaginava.
E outro ponto importante é quanto aos fãs campograndenses da banda. Eu me senti até meio deslocado, cantavam todas de cor, sabiam de qual álbum e qual o nome da música e tudo o mais. Na van eu acabei voltando e a Dri ficou para voltar de ônibus no domingo (tenho que estar no trabalho amanhã as 7:30h!!). E o pessoal da Van voltou comentando cada coisa do show que eu mal tinha percebido e lembraram outras músicas além de "Sleeping.." que não foram tocadas, e como ele mudou isso ou aquilo... Impressionante.
Pra encerrar eu ouvi dizer que o White Stripes tocará em São Paulo em 04 de Julho... Teddy a postos??
Eu já tinha entregado os pontos, afinal vinha trabalhando feito louco na NDS para cumprir um prazo, até sábado e domingo eu tinha trabalhado.
Por conta dessa correria tive que descombinar com o Teddy (o show em Sampa vai ser na próxima quarta), encarar como uma possibilidade remota o convite do Alexandre para ir ver o show no Rio de Janeiro que será no próximo fim de semana e esquecer de vez a possibilidade de ir na terça feira ver o show em Campinas ficando no Robinson. Afinal, como pedir licença durante a semana se estava trabalhando até no fim de semana?
Enfim as coisas começaram a mudar quando o esforço foi recompensado com os resultados aparecendo e o serviço entrando no eixo. Quando eu consegui folgar no feriado de 21 de abril eu percebi que as coisas estavam melhores. Eu e a Dri fomos assistir O Clã das Adagas Voadoras (um espetáculo visual, super ótimo! hehe) e o show do Placebo ficava mesmo para uma próxima vinda deles ao Brasil (quando?). Até combinamos de ir ao aniversário surpresa do Robinson no sábado e tudo o mais.
Eis que o Elliando aparece na história e conta-nos da existência de uma excursão em uma van para o show do Placebo em Brasilia e que havia uma vaga sobrando. Foi a motivação que faltava, combinei com o Marco que iria viajar no fim de semana e já reservamos a ida da Dri na Van. Eu fui de ônibus ainda na sexta à noite. Tudo resolvido em questão de duas horas.
Depois de passar frio na viagem e de sentir-me estranhamente solto por não ter levado bagagem (tomei banho na sexta à noite antes de viajar e só voltei a tomar banho agora à pouco quando cheguei de volta da viagem!) eu cheguei em Brasilia, comemos no Shopping Terraço, comemoramos o 25o. aniversário do Elliando (sim, dia 23 ele fez anos!) e demos um passeio pela cidade com um amigo dele que mora lá.
Uau! Estávamos em Brasilia para ver o show do Placebo!! Inacreditável! E antes do Teddy e do Alexandre. Espero que o Teddy tenha recebido a mensagem que mandei pra ele durante o show! hehe.
O evento que assistimos era promovido pela Claro e se chamava "Claro q é Rock!". 5 bandas locais abriram para o Placebo e tocaram 5 músicas (próprias) cada. A melhor delas ganharia 15000 em instrumentos musicais. Essa foi a parte engraçada do show. O pessoal lá devia ser tudo parente/amigo dos integrantes de uma banda chamada "Valentina". Essa foi a última banda local a entrar no palco, mas o nome da banda era gritado (com mais ênfase que chamaram pelo Placebo posteriormente, diga-se de passagem) a cada música tocada pelos concorrentes.
A primeira banda, Super Quadra, era boa exceto pelo vocalista. A segunda era a minha candidata pois era original e irreverente, chamavam-se Sapatos Bicolores. A terceira, que acabou ganhando, imitava até que bem o som do Rage Against mas os dois vocalistas não conseguiam se fazer entender e não tinham emissão e dicção suficiente para "segurar a onda". A quarta era a mais original mas era um pé. E finalmente entrou no palco a tal "Valentina". E o público cantou todas junto com a banda... que para minha surpresa era um "clone" do Placebo. O vocalista todo afetado, corte de cabelo e trejeitos idênticos ao do Brian Molko (e tinha até uma certa semelhança física). Foi uma coisa. Eu até brinquei - correndo risco de ser apedrejado na platéia - gritando para eles tocarem outra música, quando eles já estavam lá pela terceira composição. É que infelizmente todas as músicas eram idênticas, só mudava a letra. E a vontade de ser "Placebo" acabou atrapalhando.
Mas o show do Placebo foi fantástico e valeu a pena todo o cansaço e a correria. Das que eu queria mesmo ouvir só não tocaram "Sleeping with Ghosts". O Molko fala pouco durante o show mas achei simpático e atencioso com o público. O baixista quer ser a estrela do show, faz de tudo, toca metade das músicas equilibrando o baixo elevando-o o máximo possível e eu até notei um baixista backup lá no fundo que é para apresentação continuar. Mas foi muito bom e eu descobri que eu gosto mais de Placebo do que eu imaginava.
E outro ponto importante é quanto aos fãs campograndenses da banda. Eu me senti até meio deslocado, cantavam todas de cor, sabiam de qual álbum e qual o nome da música e tudo o mais. Na van eu acabei voltando e a Dri ficou para voltar de ônibus no domingo (tenho que estar no trabalho amanhã as 7:30h!!). E o pessoal da Van voltou comentando cada coisa do show que eu mal tinha percebido e lembraram outras músicas além de "Sleeping.." que não foram tocadas, e como ele mudou isso ou aquilo... Impressionante.
Pra encerrar eu ouvi dizer que o White Stripes tocará em São Paulo em 04 de Julho... Teddy a postos??
sexta-feira, março 25, 2005
O Indecifrável
Eu gosto de procurar o indecifrável
até mesmo nas coisas mais simples.
Mas já não as encontro.
Não, não as decifrei.
Parei de vê-las.
Guerreiro queria ser, mas não me tornei.
A vida não me talhou assim.
Terá sido bom?
Sonhei com o impossível, um dia desses,
e nem consegui reproduzir o sentimento
como já fiz outrora.
O processo de cristalização me consumiu.
Mas não sou cristal, nem diamante, nem negro.
Sonhei com o possível por duas vezes.
Uma ontem e outra há um ano.
Mas o possível torna-se impossível
quando acordo, pois sou eu quem tem que
realizá-lo e não minhas vontades subconscientes.
Acordado eu também sonho. E falo sobre meus
sonhos, com meus amigos imaginários.
Agora eu imagino como eles devem
se sentir a meu respeito...
Sou um sonhador de cristal escurecido,
mas queria ser um guerreiro.
Em inglês soa bem também: "warrior".
Guerreamos diariamente em nossas vidas.
Somos fortes, vencedores?
até mesmo nas coisas mais simples.
Mas já não as encontro.
Não, não as decifrei.
Parei de vê-las.
Guerreiro queria ser, mas não me tornei.
A vida não me talhou assim.
Terá sido bom?
Sonhei com o impossível, um dia desses,
e nem consegui reproduzir o sentimento
como já fiz outrora.
O processo de cristalização me consumiu.
Mas não sou cristal, nem diamante, nem negro.
Sonhei com o possível por duas vezes.
Uma ontem e outra há um ano.
Mas o possível torna-se impossível
quando acordo, pois sou eu quem tem que
realizá-lo e não minhas vontades subconscientes.
Acordado eu também sonho. E falo sobre meus
sonhos, com meus amigos imaginários.
Agora eu imagino como eles devem
se sentir a meu respeito...
Sou um sonhador de cristal escurecido,
mas queria ser um guerreiro.
Em inglês soa bem também: "warrior".
Guerreamos diariamente em nossas vidas.
Somos fortes, vencedores?
Hitch
Assisti Hitch ontem a noite. Não vou ficar comentando sobre o filme aqui pois não tem muito a ver, o filme é divertido, trata do seu tema inusitado de forma interessante e tem um casal secundário mais interessante que o casal principal.
O que aconteceu no filme que mereceu mesmo a minha atenção foi:
Em um determinado momento do filme um personagem tem os pêlos de suas costas depilados. E ao gritar de dor a legenda que apareceu foi: "Cacilda Becker". Ué!? Que coisa, o Leandro virou tradutor de cinema? Não sabia que o curso de Física tinha tantas áreas de atuação!
O que aconteceu no filme que mereceu mesmo a minha atenção foi:
Em um determinado momento do filme um personagem tem os pêlos de suas costas depilados. E ao gritar de dor a legenda que apareceu foi: "Cacilda Becker". Ué!? Que coisa, o Leandro virou tradutor de cinema? Não sabia que o curso de Física tinha tantas áreas de atuação!
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