quarta-feira, maio 18, 2005

Covers em Campo Grande

Há umas três semanas eu, a Dri, o Fábio Viduani e a Laura fomos ao Usina ver uns shows de algumas bandas cover...
A gente queria ver a Legião Urbana Cover (O Fábio revelou que já foi a dois shows da Legião... que coisa!! Nessa hora deu vontade...) e o Pearl Jam Cover. Acabou que assistimos uma banda de reggae que não era cover de ninguém e era ruim pra caramba... depois tocou Creedence Clearwater cover e depois começou o Linkin Park cover. Como já eram quase 4 da manhã e ainda faltavam Legião, Pearl Jam, Creed e Limp Bizkit desistimos de esperar e resolvemos ir embora sem assistir as bandas que queriamos mesmo...
Do estacionamento deu pra ouvir o Pearl Jam tocando no outro palco... Tinha dois ambientes e não haviamos percebido!! É demais... hehehe

PS: Dá pra acreditar que existe uma banda cover do Creed? Eles já são cover do Pearl Jam, não é?? Qual o sentido disso? São os imitadores dos imitadores do Silvio Santos...

Muito atrasado...

Estou muito atrasado com tudo. Não tenho visto filmes, não tenho trabalhado com meus projetos pessoais, não tenho lido revistas ou livros (só a SET), não tenho postado nada no blog... enfim, o único dos meus lazeres que ainda pratico diariamente é ouvir músicas... Isso porque a minha profissão permite, pois a causa dos atrasos (e cansaços) é justamente as longas jornadas de trabalho que estava encarando...
Aparentemente a saga acabou hoje... ainda bem!!

domingo, abril 24, 2005

Fui no show do Placebom!

Ufa! E não é que eu acabei conseguindo ir a um dos 8 shows que o Placebo veio fazer no Brasil?
Eu já tinha entregado os pontos, afinal vinha trabalhando feito louco na NDS para cumprir um prazo, até sábado e domingo eu tinha trabalhado.
Por conta dessa correria tive que descombinar com o Teddy (o show em Sampa vai ser na próxima quarta), encarar como uma possibilidade remota o convite do Alexandre para ir ver o show no Rio de Janeiro que será no próximo fim de semana e esquecer de vez a possibilidade de ir na terça feira ver o show em Campinas ficando no Robinson. Afinal, como pedir licença durante a semana se estava trabalhando até no fim de semana?
Enfim as coisas começaram a mudar quando o esforço foi recompensado com os resultados aparecendo e o serviço entrando no eixo. Quando eu consegui folgar no feriado de 21 de abril eu percebi que as coisas estavam melhores. Eu e a Dri fomos assistir O Clã das Adagas Voadoras (um espetáculo visual, super ótimo! hehe) e o show do Placebo ficava mesmo para uma próxima vinda deles ao Brasil (quando?). Até combinamos de ir ao aniversário surpresa do Robinson no sábado e tudo o mais.
Eis que o Elliando aparece na história e conta-nos da existência de uma excursão em uma van para o show do Placebo em Brasilia e que havia uma vaga sobrando. Foi a motivação que faltava, combinei com o Marco que iria viajar no fim de semana e já reservamos a ida da Dri na Van. Eu fui de ônibus ainda na sexta à noite. Tudo resolvido em questão de duas horas.
Depois de passar frio na viagem e de sentir-me estranhamente solto por não ter levado bagagem (tomei banho na sexta à noite antes de viajar e só voltei a tomar banho agora à pouco quando cheguei de volta da viagem!) eu cheguei em Brasilia, comemos no Shopping Terraço, comemoramos o 25o. aniversário do Elliando (sim, dia 23 ele fez anos!) e demos um passeio pela cidade com um amigo dele que mora lá.

Uau! Estávamos em Brasilia para ver o show do Placebo!! Inacreditável! E antes do Teddy e do Alexandre. Espero que o Teddy tenha recebido a mensagem que mandei pra ele durante o show! hehe.

O evento que assistimos era promovido pela Claro e se chamava "Claro q é Rock!". 5 bandas locais abriram para o Placebo e tocaram 5 músicas (próprias) cada. A melhor delas ganharia 15000 em instrumentos musicais. Essa foi a parte engraçada do show. O pessoal lá devia ser tudo parente/amigo dos integrantes de uma banda chamada "Valentina". Essa foi a última banda local a entrar no palco, mas o nome da banda era gritado (com mais ênfase que chamaram pelo Placebo posteriormente, diga-se de passagem) a cada música tocada pelos concorrentes.
A primeira banda, Super Quadra, era boa exceto pelo vocalista. A segunda era a minha candidata pois era original e irreverente, chamavam-se Sapatos Bicolores. A terceira, que acabou ganhando, imitava até que bem o som do Rage Against mas os dois vocalistas não conseguiam se fazer entender e não tinham emissão e dicção suficiente para "segurar a onda". A quarta era a mais original mas era um pé. E finalmente entrou no palco a tal "Valentina". E o público cantou todas junto com a banda... que para minha surpresa era um "clone" do Placebo. O vocalista todo afetado, corte de cabelo e trejeitos idênticos ao do Brian Molko (e tinha até uma certa semelhança física). Foi uma coisa. Eu até brinquei - correndo risco de ser apedrejado na platéia - gritando para eles tocarem outra música, quando eles já estavam lá pela terceira composição. É que infelizmente todas as músicas eram idênticas, só mudava a letra. E a vontade de ser "Placebo" acabou atrapalhando.

Mas o show do Placebo foi fantástico e valeu a pena todo o cansaço e a correria. Das que eu queria mesmo ouvir só não tocaram "Sleeping with Ghosts". O Molko fala pouco durante o show mas achei simpático e atencioso com o público. O baixista quer ser a estrela do show, faz de tudo, toca metade das músicas equilibrando o baixo elevando-o o máximo possível e eu até notei um baixista backup lá no fundo que é para apresentação continuar. Mas foi muito bom e eu descobri que eu gosto mais de Placebo do que eu imaginava.

E outro ponto importante é quanto aos fãs campograndenses da banda. Eu me senti até meio deslocado, cantavam todas de cor, sabiam de qual álbum e qual o nome da música e tudo o mais. Na van eu acabei voltando e a Dri ficou para voltar de ônibus no domingo (tenho que estar no trabalho amanhã as 7:30h!!). E o pessoal da Van voltou comentando cada coisa do show que eu mal tinha percebido e lembraram outras músicas além de "Sleeping.." que não foram tocadas, e como ele mudou isso ou aquilo... Impressionante.

Pra encerrar eu ouvi dizer que o White Stripes tocará em São Paulo em 04 de Julho... Teddy a postos??

sexta-feira, março 25, 2005

O Indecifrável

Eu gosto de procurar o indecifrável
até mesmo nas coisas mais simples.
Mas já não as encontro.
Não, não as decifrei.
Parei de vê-las.

Guerreiro queria ser, mas não me tornei.
A vida não me talhou assim.
Terá sido bom?

Sonhei com o impossível, um dia desses,
e nem consegui reproduzir o sentimento
como já fiz outrora.
O processo de cristalização me consumiu.

Mas não sou cristal, nem diamante, nem negro.
Sonhei com o possível por duas vezes.
Uma ontem e outra há um ano.

Mas o possível torna-se impossível
quando acordo, pois sou eu quem tem que
realizá-lo e não minhas vontades subconscientes.

Acordado eu também sonho. E falo sobre meus
sonhos, com meus amigos imaginários.
Agora eu imagino como eles devem
se sentir a meu respeito...
Sou um sonhador de cristal escurecido,
mas queria ser um guerreiro.

Em inglês soa bem também: "warrior".
Guerreamos diariamente em nossas vidas.
Somos fortes, vencedores?

Hitch

Assisti Hitch ontem a noite. Não vou ficar comentando sobre o filme aqui pois não tem muito a ver, o filme é divertido, trata do seu tema inusitado de forma interessante e tem um casal secundário mais interessante que o casal principal.
O que aconteceu no filme que mereceu mesmo a minha atenção foi:
Em um determinado momento do filme um personagem tem os pêlos de suas costas depilados. E ao gritar de dor a legenda que apareceu foi: "Cacilda Becker". Ué!? Que coisa, o Leandro virou tradutor de cinema? Não sabia que o curso de Física tinha tantas áreas de atuação!